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O Fio da Navalha surgiu em 1960 e findou em 1969. Teve como precursor Joaquim Etelvino da cidade de Caçassapo, norte de Minas, Brasil.
Seguindo o procedimento de seus idealizadores a edição aqui revisitada não constitui expediente, bem como vínculo literário, vertente de discurso, número de exemplares, ano, mês, quantidade de impressões, local, valor de referência, assessoria editorial, versão, circulação, circuito etc.
Caso não receba este circular periodicamente, talvez estas edições que chegam às suas mãos não sejam parte de uma sequência catalogada de modo cronométrico. A razão disso é função da autorização da livre disseminação do conteúdo. Por quaisquer meios esta concretização pode ser realizada, no entanto, pedimos a salvaguarda da preservação da gênese da filosofia bruta do Fio da Navalha no sentido de que ele exista somente por meio de impressão sobre papel.
Questões relacionadas à ortografia, concordância e bom senso são ignoradas por excluirmos revisores pelo motivo de não termos capital para contratá-los.
O Circular consta de interfaces interurbanas por via de intervenções rurais paleolíticas e futuristas intermediadas por figuras e textos de quaisquer indivíduos do perfil.
Cada edição apresentada por um fascículo contém uma nota dos editores; um ensaio crítico de um especialista que fala sobre a obra de um autor que, no formato do Circular Fio da Navalha expõe seu trabalho.
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